sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Energia Mediúnica

Continuação do Capítulo 6 do livro: Segurança Mediúnica  (Miramez / João Nunes Maia)
... Quando um grupo de criaturas afins se reúnem, com os sentimentos puros, no afã de ajudar, o ambiente torna-se qualificado e, havendo um médium curador nesse meio, ele se sentirá fortificado pela fé, que é manifestada em conjunto.

A energia mediúnica desprende-se do médium, busca as forças compatíveis nos companheiros e se agiganta para restabelecer os enfermos e equilibrar os pensamentos dos sofredores. Se algum irmão manifestar desconfiança no mediador, ele estorvará as energias sublimadas em ação e isolará a força curativa e a disposição dos auxiliares invisíveis.

A pessoa que não tem sintonia com o grupo, no trabalho da caridade, deve se afastar, para não atrapalhar. Costumamos falar que o médium, no serviço da fraternidade, quando está rodeado de companheiros que com ele não simpatizam, apaga a luz que surge dos seus sentimentos, já que não existem, no ambiente, combustíveis para a propagação luminosa.

É este assunto e muitos outros, de capital importância, que sempre pedimos a todos para estudar com mais profundidade, na vasta literatura espiritualista, porque, se cada um compreender a mecânica das leis, a harmonia se fará mais fácil e a felicidade mais duradoura. Limpemo-nos, pois, do ciúme, e apaguemos os melindres do orgulho e da vaidade, se quisermos nos tornar livres, alcançando um estado de consciência tranquila. A mediunidade é um dom que não altera nem apaga os outros sentidos físicos, mas é uma força poderosa para a educação de todas as nossas qualidades, porque reúne meios para nos fazer compreender e sentir o melhor para a nossa felicidade.   

Todos conhecemos o bem e o mal, e sabemos o que devemos escolher mas, para isso, nos faltam desprendimento e método, que podem nos levar à consciência do equilíbrio e a compreender o tipo de vida que nos cabe viver bem. Médium, lembra-te da energia mediúnica que se encontra à tua disposição, e usa-a com critério. Ela é virgem e, sem as bênçãos da razão, obedece cegamente aos teus sentimentos, tomando o caráter das tuas ideias. São sementes vivas e nascedouras, que sempre voltam para as mãos de quem plantou. Confere o que dizemos e faze o que a consciência em Cristo te inspirar. Que Deus te abençoe.

Fonte: Segurança Mediúnica (Miramez / João Nunes Maia)
Fim do capítulo 6.

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